
UMA INICIATIVA:


O que o Outubro Rosa não resolve sozinho
A campanha do Outubro Rosa já começou e com ela o esforço coletivo de prevenção mais visível do calendário brasileiro de saúde.
Hoje vale situá-la no contexto maior que priorizamos o ano inteiro, no Instituto Sabin: DCNTs; acesso a saúde, prevenção e mulheres.
As doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), grupo que reúne os cânceres, as doenças cardiovasculares, o diabetes e as respiratórias crônicas, respondem por cerca de três em cada quatro mortes no Brasil. Do ponto de vista de quem investe socialmente em saúde, elas têm uma característica importante: boa parte é detectável cedo e o diagnóstico precoce altera o prognóstico melhor que intervenções tardias.
Detecção precoce, porém, depende de algo distribuído de forma desigual: o acesso à saúde. Quem tem plano pode fazer os exames quando um médico pede, mas quem depende de uma rede pública sobrecarregada pode esperar, e a espera, numa condição crônica, é o que pode separar um tratamento simples de um tratamento tardio.
É por isso que o Instituto Sabin doa exames preventivos a beneficiários de OSCs parceiras nas comunidades em que o Grupo Sabin atua. A doação encurta essa distância entre saber que o exame é necessário e conseguir fazê-lo.
Mulheres são um dos nossos públicos prioritários nessa frente, por duas razões que se somam: (1) são elas que sustentam boa parte do cuidado informal nas famílias e, em consequência, as que mais adiam os próprios exames; e (2) o câncer de mama ser uma das condições crônicas com maior diferença de desfecho entre diagnóstico precoce e tardio.
Na verdade, condições crônicas, acesso desigual, prevenção de doenças e mulheres fazem parte de um mesmo desafio e o Outubro Rosa é uma boa oportunidade de enfrentá-lo.

Gabriel Cardoso
Gerente-Executivo do Instituto Sabin

Boletim de Impacto
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COALIZÃO PELO IMPACTO
Cinco anos de impacto em Belém
O que acontece quando empreendedores, universidades e organizações se unem para fortalecer um território? Em Belém, essa articulação já soma cinco anos de história, 173 negócios apoiados e mais de R$ 2 milhões investidos pela Coalizão pelo Impacto.
A trajetória foi celebrada no Impacta Belém II, que reuniu debates sobre bioeconomia, uma feira de produtos regionais e encontros entre empreendedores e investidores. Agora, o desafio é aproveitar essas conexões para abrir novas oportunidades e fortalecer os negócios que ajudam a construir o futuro da Amazônia.

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